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Visando um diálogo mais amplo sobre as doenças sexualmente transmissíveis e a melhor maneira de atingir a conscientização do público jovem, o Instituto Brasileiro de Políticas Públicas - IBRAPP se reuniu com um grupo de representantes da ONG alemã Youth Against AIDS - YAA (juventude contra a AIDS - tradução livre). O encontro se deu no primeiro de maio, na sede executiva do Instituto em Brasília.

O diálogo se deu durante a visita da comitiva ao Brasil, para firmar parcerias com empresas, órgãos públicos e instituições engajadas na luta contra a AIDS. O CEO da YAA, Daniel Nagel, e o CCO, Roman Malessa, conversaram com o gerente do escritório Brasília, Paulo Roberto Coelho, sobre as áreas e projetos que o Instituto pode desenvolver com a parceria internacional.


O interesse pelo IBRAPP se deu após a equipe tomar conhecimento do projeto “A Vida continua”, uma campanha voltada para o esclarecimento a respeito do vírus HIV, que pode levar a AIDS. A iniciativa mostra que hoje é possível conviver com a doença, ou como soropositivo (portador do vírus) e levar uma vida bem próxima da normalidade, mas que o melhor caminho ainda é a prevenção.



A Youth Against AIDS é uma entidade composta por jovens, criada em 2009 em uma escola de ensino médio em Edimburgo, na Alemanha. A preocupação com a prevenção e o pouco conhecimento sobre o vírus foi o que motivou o início da YAA. Atualmente os representantes estão em visita a vários países, incluindo o Brasil, para mobilizar voluntários para atuar na Conferência Mundial da AIDS.

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O Instituto Brasileiro de Políticas Públicas (IBRAPP) divulgou a campanha "A vida Continua". O objetivo é reforçar que a Aids é uma doença que tem prevenção e controle, mas que para isso é importante a realização de exames para diagnóstico e, se for o caso, fazer tratamento adequado.

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Em Frutal-MG, no decorrer deste mês serão desenvolvidas algumas ações em parceria com a Secretaria Municipal da saúde e com o (CTA) Centro de Testagem Anônima, como a distribuição de folder e preservativos nas Unidades Básicas de Saúde e repartições públicas e privada.

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Uma das campanhas que marcam o último mês do ano é “Dezembro Vermelho”. Organizações de saúde chamam a atenção para o aumento dos casos de HIV e AIDS entre os jovens, investem na mudança de comportamento e em outras formas de prevenção.

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Métodos preventivos, histórico de epidemias e os desafios de abordagem para os jovens sobre a AIDS e o HIV, foram os principais temas abordados durante a palestra deste sábado (2), na Sede do Instituto Brasileiro de Políticas Públicas – IBRAPP, em São Luís. As explicações ficaram por conta do Coordenador municipal de IST/AIDS e hepatites virais, Wendell Alencar, que também participou do Projeto “A Vida Continua”, realizado pelo IBRAPP no Dia Mundial de Combate a AIDS. A palestra foi o encerramento da iniciativa realizada anualmente pelo Instituto.


Transmitido simultaneamente para todos os escritórios onde o IBRAPP possui representação, o evento teve início com os agradecimentos do coordenador de licitação, Amaury Andrade, a todos os Ibrappianos envolvidos no Projeto “A vida Continua”. Como um dos gestores da ação, Amaury destacou o grande número de preservativos distribuídos, no dia primeiro deste mês. Foram mais de 20 mil unidades, superando a marca de 15 mil prevista para o evento.

 
A campanha foi pensada com o apoio do setor de comunicação, que além do mote principal, também criou peças de divulgação externa para a conscientização do público. O esforço em conjunto também contou com a colaboração do setor de Segurança do Trabalho (SESMT). Ainda de acordo com o gestor a ideia principal do IBRAPP é mostrar que existe vida além do diagnóstico do vírus. “A vida não se encerra quando você descobre que é soropositivo. Você continua vivendo e continua sonhando”, finaliza Andrade.


Durante a palestra principal, Wendell Alencar destacou o contexto histórico das epidemias de AIDS no Brasil, falou ainda sobre as possíveis origens do vírus e como o cenário epidemiológico mudou ao longo dos anos. “segundo alguns estudiosos defendem que o HIV é milenar e o que vivemos na década de 80 foram devido aos avanços tecnológicos e descobertas. Teoricamente temos quase 40 anos de epidemia”, explica o Coordenador municipal de IST/AIDS.

Outra questão abordada foi a dificuldade encontrada atualmente para alcançar os jovens a respeito da prevenção contra o vírus e outras doenças sexualmente transmissíveis. Para Wendell o grande desafio é manter um diálogo com a nova geração. “Houve um distanciamento muito grande com os jovens de hoje, quando sentamos para conversar sobre qualquer temática ligada a AIDS não se estabelece um diálogo”, enfatiza Alencar e complementa “é preciso falar de um jovem para outro, para tentar atingir a esse público”.


A palestra finalizou com um momento de esclarecimento de dúvidas do público sobre as doenças sexualmente transmissíveis e as formas de prevenção. Políticas de contenção de danos e as iniciativas públicas também estiveram entre os temas discutidos. A iniciativa “A vida Continua” conta com o apoio de diversos órgão públicos e das secretarias de saúde nos estados onde o IBRAPP está presente e no Distrito Federal.

 

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Existem 40 milhões de pessoas vivendo com HIV no mundo, de acordo com o relatório da UNAIDS. Preocupado com a qualidade de vida dos pacientes que convivem com a doença e com os esclarecimentos sobre a transmissão do vírus, o Instituto Brasileiro de Políticas Públicas – IBRAPP realiza a campanha “A vida continua”, no dia primeiro de dezembro. A data escolhida remete ao Dia Mundial da Luta contra a AIDS. A iniciativa do Instituto será realizada com apoio da Secretaria Municipal de Saúde de São Luís (MA) e diversos órgãos públicos no Distrito Federal (DF) e nos estados do Tocantins (TO), Minas Gerais (MG), Paraíba (PB) e Rondônia (RO).

De acordo com o Relatório de Monitoramento Clínico do HIV, publicado pelo Ministério da Saúde, mais de 830 mil pessoas vivem com HIV no país. A Campanha “A Vida Continua” vem com a proposta de reforçar a esperança nas pessoas soropositivas, ou que já desenvolveram o vírus da AIDS. Para gestor da ação, o coordenador de licitação do IBRAPP, Amaury Andrade, é fundamental mostrar uma nova perspectiva sobre a doença. “A vida não acaba quando o paciente descobre que é portador do vírus. Este foi um novo olhar que o Instituto deu à temática da prevenção e combate à Síndrome da Imunodeficiência Adquirida (AIDS)”, explica Amaury.

Para o Coordenador Municipal de IST, AIDS e Hepatites Virais, de São Luís, Wendell Alencar, a participação de instituições como o IBRAPP em conjunto com o poder público são fundamentais para desenvolver atividades eficazes para a prevenção e combate à AIDS. “Não há como a gente executar nenhuma política pública, sem a participação de parceiros”, frisa Wendell. Ele reforça ainda que quando ações assim, como a do Instituto, são executadas o engajamento da população é ainda maior “As parcerias chegam até onde a resposta governamental não chega. O que percebemos é que quando são realizadas as campanhas, mais pessoas procuram fazer os testes”, finaliza o coordenador.

A iniciativa é realizada simultaneamente em todos os estados onde o IBRAPP possui representação, e atua através da prestação de serviços ao Poder Público. Durante a ação “A vida continua” serão distribuídos 15 mil Kits informativos, além de preservativos femininos e masculinos. O conteúdo que será entregue à população possui dados sobre contágio, informações sobre tratamento e prevenção do HIV.

Sobre HIV e AIDS - A doença ataca o sistema imunológico devido à destruição dos glóbulos brancos, células que atuam na defesa do organismo agindo contra infecções, diversas doenças e alergias. Das 40 milhões de pessoas que convivem com a AIDS no Mundo, mais 12 milhões são jovens e aproximadamente 53% destas pessoas tem acesso ao tratamento. De acordo com a UNAIDS, 35% das novas infecções detectadas no Brasil em 2016 foram em jovens de 15 a 24 anos.

O Dia Mundial de Combate – Comemorado em 1º de dezembro, tem por função primordial alertar toda a sociedade sobre essa doença. A data foi escolhida pela Organização Mundial de Saúde e é celebrada anualmente desde 1988 no Brasil. O objetivo deste dia é promover a troca de informações e experiências, e de criar um espírito de tolerância social para os pacientes soropositivos e que lutam contra a AIDS.

 

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