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Em reconhecimento à importância de discutir temas como liberdade de imprensa e liberdade de expressão, se deu em Brasília, na última quinta-feira (3), o 10º Fórum: Liberdade de Imprensa e Democracia. Na ocasião, diversas personalidades, profissionais da comunicação e juristas debateram temas como o compartilhamento das Fake News. O Instituto Brasileiro de Políticas Públicas - IBRAPP esteve presente no evento, que proporcionou um rico debate público.

Palestrante do evento, o Ministro do STF (Superior Tribunal Federal) Carlos Ayres Britto, em entrevista ao IBRAPP, contou sobre a importância da plena liberdade na produção de conteúdo jornalístico. “A abstenção do Estado, é o modo clássico de não atrapalhar a liberdade de Imprensa”, ressaltou o Ministro. Com a participação de nomes importantes como o jornalista Ascânio Selene, do jornal O Globo, os palestrantes pontuaram ainda ações que impedem a autonomia na escrita e a publicação de informações.

A data escolhida para a realização do Fórum foi simbólica, pois celebra o Dia Internacional da Liberdade de Imprensa (3 de maio). Promovido pelo Portal Imprensa com apoio da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), o 10º Fórum: Liberdade de Imprensa e Democracia trouxe à luz temas voltados para o trabalho dos veículos e profissionais da comunicação. Como instituição do Terceiro Setor, o IBRAPP se faz presente onde temas relevantes para a sociedade sejam tema de debate. Este envolvimento é uma das formas de contribuir para o desenvolvimento país, bem como das localidades em que o Instituto está presente.

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Em homenagem ao 58º aniversário do Comando do 7° distrito Naval, uma exposição ficou aberta ao público entre os dias 06 e 15 de abril, no Shopping Conjunto Nacional em Brasília. Com o tema “A Marinha no Planalto Central” uma série de atrações marcou o evento. O Instituto Brasileiro de Políticas Públicas – IBRAPP esteve presente através dos seus representantes do escritório de Brasília.

Uma apresentação da Banda de Música do Grupamento de Fuzileiros Navais da capital do País embalou o evento, que além contar a história da Marinha, também aproximou a rotina da corporação para o público. O gerente da sede executiva do IBRAPP, Paulo Roberto Coelho, frisou a importância da Marinha no nosso país em sua função de garantir a guarda costeira brasileira.


A Marinha do Brasil é parceira do Instituto no projeto “IBRAPP + Saúde” que será realizada dia 29 de abril no Parque da Cidade. Atendimentos de saúde e oficinas de nó farão parte da programação para este dia de bem estar e lazer.

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Com o intuito de discutir os direitos da população Trans, diversas ações foram realizadas em todo o Brasil no último dia 29, data que simboliza o Dia Nacional da Visibilidade Trans. Em Brasília – DF, o Instituto Brasileiro de Políticas Públicas – IBRAPP foi convidado a participar de uma solenidade no Palácio do Buriti, sede do governo distrital. Já em São Luís, o momento foi voltado para um seminário para debater as conquistas e desafios desta população. O Instituto possui uma preocupação com questões sociais, na defesa e inclusão de grupos que, na maioria das vezes, não tem seus interesses representados.

O Brasil lidera o ranking mundial de assassinatos de homens e mulheres trans: com 179 homicídios registrados. A expectativa de vida das travestis e das mulheres trans é de 35 anos. A média nacional da população, segundo dados do IBGE é de 75,5 anos. Para a secretária adjunta de políticas para a mulher, igualdade racial e direitos humanos do governo de Brasília, Joana Melo, a intolerância é um dos pontos que mais pesam para o desenvolvimento de políticas públicas para esta parcela de cidadãos. “É inconcebível que nos dias atuais o preconceito esteja presente em nossas vidas, não importando o título: gênero, racial ou transfobia”, ressalta a secretária.


As discussões em torno do Dia Nacional da Visibilidade Trans foram além da violência. De acordo com um levantamento da Rede Nacional de Pessoas Trans (RedeTrans), 82% das mulheres transexuais e travestis abandonam o ensino médio entre os 14 e os 18 anos por conta da discriminação na escola e falta de apoio familiar, o que torna ainda mais difícil o acesso à cultura e a capacitação para inserção no mercado de trabalho.

A organizadora do evento e primeira mulher trans a fazer parte da coordenação interina de diversidade LGBT no DF, Paula Benett, deu início às homenagens. A anfitriã da solenidade discursou sobre as dificuldades de ser e de abordar o tema da LGBT atualmente. “Não é fácil ser travesti, transexual, transgênero ou pessoa não-binária na sociedade atual. Celebrar esse dia também significa celebrar a vida, pois o caminho é muito árduo para nós”, enfatizou Benett.

Durante a cerimônia no Palácio do Buriti, coordenador distrital de diversidade LGBT, Flávio Brebis, pontuou a importância de realizar o debate e as homenagens do dia na sede do Governo do Distrito Federal (GDF). “Poucas pessoas tem acesso a este local e hoje estamos aqui para uma solenidade e nós fizemos questão de estar aqui por que é o centro do poder e precisamos ocupar estes espaços”, explica Brebis ao ressaltar a necessidade de representatividade das pessoas Trans.

No Distrito Federal a população LGBT possui o direito da utilização do nome social, em respeito à identidade do gênero das pessoas trans, que trabalham na administração pública, ou pessoas trans cidadãs que acessam estes serviços. Outras conquistas foram alcançadas como: a implantação do ambulatório especializado, que já realizou mais de cem atendimentos no segundo semestre de 2017 e a criação de uma delegacia especial para crimes de intolerância à população LGBT.

Este cenário é bem diferente do exposto no Seminário debate a visibilidade trans no Maranhão. Durante as palestras diversos convidados expuseram a preocupação em relação às políticas públicas para esta população que ainda são incipientes no estado. Além das questões como representatividade e cidadania LGBT, o preconceito também foi colocado em pauta, como ressalta a militante ativista da Associação Maranhense de Travestis e Transexuais (AMATRA), Katryne Furtado: “Na verdade esse evento ele representa não só dois passos a mais que nós conseguimos dar, mas também sensibiliza as pessoas, não só todas as ONGs e secretarias, mas todas as pessoas”, expõe a militante.


O Instituto Brasileiro de Políticas Públicas participou dos eventos à convite das instituições que realizaram ações no dia Nacional da Visibilidade Trans. Dando continuidade à Semana de Visibilidade Trans, o IBRAPP irá participar da solenidade de revitalização do Jardim Marina Garlen, no parque Sarah kubitschek, no dia 02 de fevereiro, em Brasília. Esta é uma parceria firmada entre o Instituto e o Governo do Distrito Federal.

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Todos os anos o Instituto Brasileiro de Políticas Públicas - IBRAPP realiza ações com instituições que estejam alinhadas com suas áreas de atuação. Para celebrar este momento de confraternização e para dar continuidade aos projetos e parcerias, foram realizados encontros com a entrega de cestas de café da manhã para as Organizações não governamentais no Distrito Federal, onde o Instituto possui sede executiva. Este ano as ONGs visitadas foram a Abrace, APAE-DF e ICEP Brasil.


Dentre muitos projetos desenvolvidos em comum, entre o IBRAPP e as organizações, o bem-estar da mulher, a assistência a meninas em situação de vulnerabilidade social, à saúde de crianças portadoras de HIV e o apoio de meninos em tratamento contra o câncer figuram entre os principais. Para  o gerente de comunicação, Paulo Roberto, este relacionamento e a troca de conhecimentos entre as instituições é fundamental para manter iniciativas que beneficiem a população “parcerias dentro do terceiro setor são essenciais. A base de qualquer ONG é a articulação em prol de um determinado objetivo em comum”, frisa o gerente.


O trabalho da Abrace em Brasília é oferecer assistência social para crianças e adolescentes com câncer e doenças hematológicas, com dificuldades socioeconômicas, promovendo qualidade de vida e colaborando para a promoção de condições ideais de tratamento e resgate da saúde do paciente.
Já os programas que a APAE-DF desenvolve são voltados para a educação profissional, a inserção, acompanhamento no trabalho e o atendimento em centro-dia. A instituição beneficia na capital federal cerca de 730 pessoas por ano, entre profissionais com deficiência acompanhados no mercado de trabalho e aprendizes ainda em formação nas oficinas da entidade.


A capacitação, integração e a inclusão de PCDs no mercado de trabalho e na sociedade são os principais objetivos do ICEP Brasil, que também possui uma fábrica que produz cadeiras de rodas com custo reduzido, oferecendo maior acesso a esse item tão importante para aqueles que precisam e que por muitas vezes não podem comprar.


O IBRAPP acredita que entidades com o mesmo objetivo devem se unir para se fortalecerem em torno de um objetivo comum que é proporcionar o bem estar para aqueles que mais precisam. Ao longo do ano diversas parcerias e iniciativas são realizadas com instituições de norte a sul do País nos estados onde o Instituto atua.

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